A inovação está cada vez mais presente no cenário acadêmico e na área da Qualidade Ambiental não é diferente. O desenvolvimento tecnológico deixou de ser um vilão e passou a ter um papel auxiliar na minimização dos efeitos negativos das atividades produtivas para o meio ambiente.  Além disso, a população está cada vez mais interessada neste tema e exigindo posicionamento e investimento das empresas. Para o professor Dr. Claudio Luis Crescente Frankenberg, membro da Comissão Organizadora do 11º Simpósio Internacional de Qualidade Ambiental, a pesquisa está ligada à inovação e, desta forma, para o simpósio são esperados trabalhos que disseminem as técnicas, projetos, pesquisas e inovações na área, de forma que o evento possa ser um espaço para estas discussões.

Cientes da importância da pesquisa para o desenvolvimento do debate,  os avaliadores selecionam alguns trabalhos para apresentação no palco principal. Para Frankenberg, este é um importante incentivo para o pesquisador e um momento muito empolgante para os avaliadores. “A seleção é decorrente da avaliação do texto e leva em conta atender diferentes áreas dentro da qualidade ambiental. É muito empolgante quando começamos o processo de análise dos trabalhos, pois nos deparamos com inúmeras novidades e curiosidades”, ressalta o professor.

As inscrições de trabalhos técnicos no 11º Simpósio Internacional de Qualidade Ambiental vão até 06 de maio, garanta sua participação. O evento  acontece em Porto Alegre, de 02 a 04 de outubro e é realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária Ambiental – Seção RS (ABES-RS) e Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), com apoio da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luís Roessler (Fepam) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mais informações em qualidadeambiental.org.br.

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